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Jornal de Rolandia

Dengue preocupa em Rolândia

29/04/2010 15:04

Saúde divulga que município já tem 41 casos confirmados em 2010

Pneus velhos são um criadouro ideal do Aedes Pneus velhos são um criadouro ideal do Aedes

A Secretaria de Saúde de Rolândia, por meio do setor de epidemiologia divulgou nesta terça-feira 27 de abril, um novo relatório dos números da Dengue no município. Ao todo a cidade já conta com 41 casos positivos da doença desde o início deste ano. Os números foram considerados altos pela secretaria e devem servir de alerta para todos os rolandenses.

“Enquanto estávamos com 11 casos desde janeiro era uma realidade. Agora a luz vermelha foi acesa. Com este último relatório, passamos de 40 casos e agora o trabalho precisa ser intensificado em todos os locais. Pedimos à população que colabore no combate à dengue em Rolândia”, afirmou a chefe da Vigilância em Saúde de Rolândia Deise Tokano.

Os resultados apresentados no último relatório são de casos antigos, pois demoraram a chegar do laboratório do Hospital Universitário. Foram analisados amostras de sangue de suspeitos da doença coletados nos meses fevereiro e março. “É preciso esclarecer que todos os pacientes já estão passam bem. Não estamos medindo esforços para combater e controlar a doença”, completou Deise.

PREVENÇÃO

O grande problema para combater o mosquito Aedes aegypti é que sua reprodução ocorre em qualquer recipiente utilizado para armazenar água, tanto em áreas sombrias como ensolaradas.

Por exemplo: caixas d'água, barris, tambores, vidros, potes, pratos e vasos de plantas ou flores, tanques, cisternas, garrafas, latas, pneus, panelas, calhas de telhados, bandejas, bacias, drenos de escoamento, canaletas, blocos de cimento, urnas de cemitério, folhas de plantas, tocos e bambus, buracos de árvores e muitos outros onde a água da chuva é coletada ou armazenada.

Assim, a prevenção e as medidas de combate exigem a participação e a mobilização de toda a comunidade a partir da adoção de medidas simples, visando a interrupção do ciclo de transmissão e contaminação. Caso contrário, as ações isoladas poderão ser insuficientes para acabar com os focos da doença.




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